PAJELANÇA
Cabe ao artista a perda do rumo, do eixo, para que um dia se encontre em algum lugar,
de si mesmo.
Cabe á pessoa o entorno das emoções, compartilhado e seu á dentro investigado em cada movimento e aí, sim, Artista.
Eu e minha Pajelança Sagrada, manifesta em traços, cores, formas que vagueiam por mim mesmo, me tornam minha própria alegoria do que chamo ARTE.
Para que o empoderamento se entenda Coroado no esparrame de Pontos Cardeias que desemboquem em algum MAR ou em alguma gruta que lá se encontre.


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